Mofo no salame.

Companheiro de uma taça de vinho ou fatiado para saborear com os amigos, o salame é consumido em ampla escala pelos brasileiros, mas será que o mofo visível no produto, no momento da compra, é proposital ou sinal de desvio na qualidade do produto?

Quando o salame é produzido, entre os ingredientes básicos da receita, são as culturas starter que são utilizadas para uma boa maturação do salame, garantindo suas características de aroma e sabor desejável, são compostas por Penicillium nalgiovense, que é um fungo seguro, de coloração branca e seca, que se desenvolve pela superfície do salame, impedindo o crescimento de demais fungos produtores de toxinas, bactérias oportunistas além de garantir as características sensoriais desejadas. Um sinal visível de boa maturação, jamais desvio de qualidade!

E qual o risco do consumo de salame com esse tipo de mofo? Nenhum, já que este mofo é intencional e age como “protetor” superficial do produto, garantindo que as reações internas de maturação continuem ocorrendo mesmo no ponto de vendas.

Algumas dicas que devem ser levadas em conta:

  • Quanto mais mofo branco tiver o salame, mais equilibradas estão suas reações químicas internas, mais saboroso estará!
  • No ato da compra, busque por produtos cobertos por mofo branco, sem a presença de mofo de coloração esverdeada ou mela (tóxicos).
  • Mantenha o salame armazenado em local seco e fresco, mesmo em casa.
  • Retire o envoltório antes de consumir o alimento.

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